GURPS 8 bits

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Título sugestivo demais, sim? E por que não? Parafraseando uma antiga personagem de Chico Anísio: “não me venha com problemática, eu só quero a solucionística”, quero apresentar-vos uma ideia mirífica, e no entanto, ordinária. E não foi Albert Einstein quem disse “A imaginação é mais importante que o conhecimento”? – aforisma responsável por deixar o poeta Manoel de Barros alcandorado, em sua prosa poética Soberania? Como? Ainda não fizestes as conexões?

Deixe-me questionar, agora no coloquial: do que você precisa para criar uma ideia de aventura de RPG? Ou uma aventura inteira? Um personagem? Ou um cenário?  Continuar lendo

GURPS Visitantes

 

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Em meio à calmaria em que este blog se atocaiou e aos rumores de que o fim estava mais próximo do que a lápide do túmulo, eis que surge, das trevas sequiosas, mais um artigo inédito e inusitado para entreter vossa audiência.

Demorou, mas aqui estamos com mais um tesouro que se desenterrou, oculto nos recessos sombrios do Covil GURPS: um cenário completo baseado numa série tenebrosa (e charmosa) exibida no SBT nos anos 1980! E a adaptação foi produzida por ninguém menos que Luiz Hasse, o colaborador deveras profícuo de nosso blog.

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Atualização massiva do COVIL

O ano de 2017 foi quase uma pasmaceira total para este blog, por diversos motivos obscuros e inócuos. PORÉM, como é típico deste biltre editor, enfim, temos novidade: uma baita atualização de conteúdo diversificado!yrth_campfire

A começar pelo Bestiário, que estava magrinho, alimentou-se com seres como a Árvore-mundo, a Sonda, o sequioso Demônio do Frio e os terríveis e bizarros Usurpadores;

A seção de Aventuras foi bem servida com uma boa variedade (que só vou pincelar aqui): entre elas, conheça as aventuras Uma Tarefa Simples, A Ilha dos Transgressores, Lua Crescente, Príncipe Sapo e À Procura da Lira;

Tomei a iniciativa de traduzir uma Aventura-solo para GURPS Horror, chamada “Nightcat“. Ela foi publicada gratuitamente no site da própria SJGAMES há anos, e é excelente para ser jogada até por iniciantes. Não traduzi o título por razões particulares (porque soava como nome de filme de terror dos anos 1980…), mas creio que muita gente vai gostar;

Novas Raças também foram incluídas: conheça os centauros-felinos Kintarans, os estranhos Erahu, os Thranx e os primitivos Giganthropus (e há mais a caminho!);

A seção de Regras Opcionais também foi enriquecida com artigos capazes de fertilizar campanhas inteiras, como o Sorvedouro de Mana, os Excertos de GURPS Aliens e elucubrações sobre Níveis Tecnológicos acima de 16, no texto Como os Próprios Deuses;

E sem esquecer que as seções Personagens e Objetos Encantados também foram agraciadas com novidades mais que intrigantes.

Acabou? Qual nada!

O COVIL Gurps continuará sendo alimentado, nutrido, regado, fertilizado de quando em quando, assim que possível! Que a velha 3ª edição nunca morra! Divirta-se e Feliz 2018!

Adeus a Douglas Quinta Reis

Douglas Quinta Reis

Há tempos que este blog não é atualizado, e meu pesar é ainda maior em publicar aqui um artigo pela ocasião do falecimento de Douglas Quinta Reis, o fundador da honorável editora Devir.

A importância de Douglas é histórica para o RPG no Brasil, para dizer o mínimo.  Já foi dito, em muitas conversas e redes sociais, que foi graças ao trabalho dele que estamos jogando RPG em terras tupiniquins. E isso não é exagero.

Como fundador da livraria Devir, Douglas importava HQs, editava o saudoso Recado Devir e ousou traduzir, editar e publicar aqui o GURPS. E assim abriu o mercado de maneira ampla para outros sistemas, divulgou o lazer intelectual para nós e plantou as sementes para tantos autores nacionais independentes, que tentam (e conseguem) reunir recursos para publicação própria e assim arregimentar fãs. Ele nos deu de presente nosso hobby mais querido.

Em 1993, quando conheci o GURPS, enquanto folheava o Módulo Básico, já reparava no nome do responsável pela edição brasileira de meu sistema preferido de RPG. E agradecia mentalmente, pelo trabalho, esforço e carinho na tarefa (que ao menos eu considero) hercúlea em publicar de modo pioneiro um RPG no Brasil. Continuo agradecendo, ainda hoje. O Covil GURPS está de luto.

Obrigado por tudo, Douglas. Descanse em paz!

Fonte: http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,morre-douglas-quinta-reis-fundador-da-editora-devir,70002042822

GURPS Ganchos

Após dar uma xeretada no Twitter oficial da Steve Jackson Games (@SJGames),  encontrei alguns ganchos para aventuras que valem a leitura, no mínimo. A tradução é livre:

Glossário:
PC: Player Character (ou “Personagem-jogador”)
GM: Game Master (ou “Mestre de Jogo”)

– Os heróis são levados diante de Osíris, que está prestes a julgá-los. Seu único questionamento: “Como vocês definem um sanduíche?”

– Assim que os PCs enfrentam os capangas do vilão, começa a tocar You Should Be Dancing, dos Bee Gees (1976). Utilize um trio de inimigos cabeludos.

– Algo poderia ser pior do que lidar com toda uma raça alienígena que fala exclusivamente por meio de perguntas retóricas?

– O mago sairá de férias por um mês, e precisa de heróis que possam cuidar de seu dragãozinho de estimação (do tamanho de um cachorro). O que poderia dar errado?

– Os anjos desceram à Terra para punir até os menores pecados. Os perfeitos são inimigos dos bons!

– Placas em uma intersecção na estrada dizem “PLOT A” e “PLOT B”. Assim que os PCs decidirem qual caminho seguir, o GM diz: “Enquanto isso, de volta à taverna…” Continuar lendo

Nova raça para GURPS: Ifrits

Ifrit1Acabo de traduzir, livremente, um artigo escrito por Chris McCubbin, o qual deveria ter sido publicado no livro GURPS Fantasy Folk. Como não houve espaço, esta raça foi deixada de fora do suplemento, e, tempos depois, foi publicada de modo aberto no site da revista Roleplayer. Isso em meados de 1990.

Os Ifrits são uma raça com uma aparência supostamente diabólica: pequenos chifres no alto da testa, pequenas asas de couro e personalidades agressivas. O custo é um pouco alto, em comparação a outras raças de fantasia medieval, mas em uma campanha de 150 pontos os Ifrits encaixam-se perfeitamente.

Quer saber mais? Confira: covilgurps.wordpress.com/racas/ifrits/

Bioandroides

Esta semana, tomei liberdade traduzir (livremente) um antigo artigo da revista Roleplayer, que oferece a chance de criar PCs androides.

Escrito por David Pulver (o autor de GURPS Ultratech), o “Bioandroide” é uma opção para quem quer um personagem criado em laboratório, programado para um determinado fim e com um prazo de vida curto. O “template” foi designado imaginando-se um cenário Cyberpunk, mas pode ser facilmente colocado sem adaptação alguma em Space Opera, Horror ou até mesmo Fantasia.

O artigo você encontra aqui: covilgurps.wordpress.com/racas/bioandroide/

GURPS FAQ

GURPS – “Perguntas Frequentes” – 3ª edição

Para aqueles que são veteranos como eu, o site oficial da Steve Jackson Games ainda mantém os links para o FAQ da saudosa terceira edição do Generic Universal Roleplaying System. Mesmo com todo o novo séquito já formado em torno da quarta (e nova e etc.) edição, julguei útil postar aqui o link para a lista de resolução das dúvidas mais intrigantes do mais querido e realista sistema de RPG.
O FAQ da 3ª edição serviu de modo excelente para botar um freio de mão nos jogadores espertinhos, que, com um estalar de dedos e riscar de lápis, aproveitavam as brechas nas regras para criar apelações escandalosas, como usar a mágica Domo Absoluto para prender alguém e, logo em seguida, usar lá dentro a mágica Destruir Ar…
Para matar as saudades dos debates acalorados, clique: GURPS FAQ