Sobre

Este blog tem o objetivo de oferecer fichas de personagens, aventuras prontas, regras opcionais, itens mágicos, invenções, adaptações, cenários alternativos e demais informações úteis sobre o sistema genérico de RPG conhecido como GURPS, especificamente tratando de sua 3ª edição. Caso esteja procurando algo em especial sobre o sistema, entre em contato: alforjeblog@gmail.com

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Sobre o editor do Covil

Conheci o RPG, como jogo de mesa, em 1994. E foi totalmente por acaso: em meio ao ócio de uma aula vaga na antiga oitava série do Ensino Fundamental, um amigo estava folheando algumas fichas de personagens guardadas em sua mochila. De GURPS, terceira edição (a qual, no Brasil, era a segunda edição). Por acaso vi, questionei e, ouvindo a explicação, me encantei pelo jogo. Fui convidado a participar de uma partida, e aí, você já deve imaginar: nascia ali mais um fã dos fabulosos role playing games.

E assim conheci a turminha de novos amigos que já jogavam RPG há alguns meses antes de mim, portanto, eram meio que novatos também. E tiveram início inúmeras partidas de GURPS, aos sábados e domingos, pontuadas por muita diversão, sarro e variedade: jogamos aventuras em diversos cenários distintos – lembro de ter criado personagens em mundos futuristas, cyberpunk, de horror e da clássica fantasia medieval. Algumas aventuras eram prontas, tiradas de publicações da época, outras eram totalmente improvisadas (dando brecha a muitas confusões!).

E essa era a graça, a grande sacada, o às na manga do GURPS: ser um sistema de jogo que permitia criar aventuras em quaisquer cenários. Você poderia vivenciar partidas da mais detalhada e realista ficção-científica à mais louca e desvairada fantasia… o GURPS continha regras para serem usadas conforme o grupo de jogo desejasse, SE assim desejasse. Se você quisesse um jogo de miniaturas estratégico, sem história alguma, o livro oferecia o Sistema Avançado de Combate. Se quisesse apenas jogar uma partida do mais puro teatro de improviso, dando ênfase à narratividade, bastava usar algumas regras aqui e ali de criação de personagens.

Claro que, em minha juventude, eu e os amigos jogamos outros sistemas… Vampiro: a Máscara, Lobisomem: o Apocalipse, Desafio dos Bandeirantes, Dungeons and Dragons da Grow, Advanced Dungeons and Dragons, Dungeoneer… guardamos os livros até hoje, com carinho.

Mas GURPS era o favorito. Por muitas razões. As minhas, sempre deixei claro: o que me encantava no GURPS era a diversidade que oferecia, não apenas em seu sistema, mas em toda a miscelânea de suplementos produzidos para dar suporte ao jogo, fornecendo mais detalhes para mestres que gostavam de cenários históricos, fantásticos, futuristas… ou para aqueles que só quisessem mais regras opcionais.

Apesar de toda a vasta discussão sobre a famigerada Quarta Edição do sistema, de todas as evoluções, revisões, melhorias etc., não arredo o pé da Terceira edição (a segunda nacional). Para mim, o melhor de GURPS, a graça toda, a diversão, a mágica da brincadeira, ficou na 3ª edição mesmo. Seja por influência da memória afetiva, da conveniência, ou do mero favoritismo.

Até o próximo artigo e divirta-se com o Covil!

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2 Respostas para “Sobre

  1. Adorei a iniciativa. Sou um reacionário inveterado amante da 3ª Edição e deve haver mais como nós. Estou disposto a colaborar com o blog também. Favor entrar em contato: luizfalkenstein@hotmail.com

    Tenho uma boa dose de material – NPCs, aventuras, monstros – tudo da 3ed pra compartilhar.

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