Sobre

Este blog tem o objetivo de oferecer fichas de personagens, aventuras prontas, regras opcionais, itens mágicos, invenções, adaptações, cenários alternativos e demais informações úteis sobre o sistema genérico de RPG conhecido como GURPS, considerando, específica, única e particularmente sua 3ª edição. Caso esteja procurando algo em especial sobre o sistema, entre em contato: alforjeblog@gmail.com

Se deseja divulgar este blog, aí está nosso banner, feito no maior improviso:

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Sobre o editor do Covil

Meu nome é Rodrigo, nasci em meados de 1979.

Conheci o RPG, como jogo de mesa, em 1994. E foi totalmente por acaso: em meio ao ócio de uma aula vaga na antiga oitava série do Ensino Fundamental, um amigo estava folheando algumas fichas de personagens guardadas em sua mochila. De GURPS, terceira edição (a qual, no Brasil, era a segunda edição). Por acaso vi, questionei e, ouvindo a explicação, me encantei pelo jogo. Fui convidado a participar de uma partida, e aí, você já deve imaginar: nascia ali mais um fã dos fabulosos role playing games.

E assim conheci a turminha de novos amigos que já jogavam RPG há alguns meses antes de mim, portanto, eram meio que novatos também. E tiveram início inúmeras partidas de GURPS, aos sábados e domingos, pontuadas por muita diversão, sarro e variedade: jogamos aventuras em diversos cenários distintos – lembro de ter criado personagens em mundos futuristas, cyberpunk, de horror e da clássica fantasia medieval. Algumas aventuras eram prontas, tiradas de publicações da época, outras eram totalmente improvisadas (dando brecha a muitas confusões!).

E essa era a graça, a grande sacada, o às na manga do GURPS: ser um sistema de jogo que permitia criar aventuras em quaisquer cenários. Você poderia vivenciar partidas da mais detalhada e realista ficção-científica à mais louca e desvairada fantasia… o GURPS continha regras para serem usadas conforme o grupo de jogo desejasse, SE assim desejasse. Se você quisesse um jogo de miniaturas estratégico, sem história alguma, o livro oferecia o Sistema Avançado de Combate. Se quisesse apenas jogar uma partida do mais puro teatro de improviso, dando ênfase à narratividade, bastava usar algumas regras aqui e ali de criação de personagens.

Claro que, em minha juventude, eu e os amigos jogamos outros sistemas… Vampiro: a Máscara, Lobisomem: o Apocalipse, Desafio dos Bandeirantes, Dungeons and Dragons da Grow, Advanced Dungeons and Dragons, Dungeoneer… guardamos os livros até hoje, com carinho.

Mas GURPS era o favorito. Por muitas razões. As minhas, sempre deixei claro: o que me encantava no GURPS era a diversidade que oferecia, não apenas em seu sistema, mas em toda a miscelânea de suplementos produzidos para dar suporte ao jogo, fornecendo mais detalhes para mestres que gostavam de cenários históricos, fantásticos, futuristas… ou para aqueles que só quisessem mais regras opcionais.

Apesar de toda a vasta discussão sobre a famigerada Quarta Edição do sistema, de todas as evoluções, revisões, melhorias etc., não arredo o pé da Terceira edição (a segunda nacional). Para mim, o melhor de GURPS, a graça toda, a diversão, a mágica da brincadeira, ficou na 3ª edição mesmo. Seja por influência da memória afetiva, da conveniência, ou do mero favoritismo.

Até o próximo artigo e divirta-se com o Covil!

 

6 Respostas para “Sobre

  1. Adorei a iniciativa. Sou um reacionário inveterado amante da 3ª Edição e deve haver mais como nós. Estou disposto a colaborar com o blog também. Favor entrar em contato: luizfalkenstein@hotmail.com

    Tenho uma boa dose de material – NPCs, aventuras, monstros – tudo da 3ed pra compartilhar.

  2. Rodrigo, eu joguei GURPS há muito tempo, ainda na primeira edição! Joguei em um mundo de fantasia usando um mapa do Silmarillion e também uma campanha de mutantes (estilo X-Men). Só tínhamos o módulo básico. Agora depois de uns trinta anos, estou querendo mestrar para os meus filhos (nunca mestrei antes) e a falta de tempo me faz procurar materiais como do seu site. Pretendo depois disponibilizar algum material que eu venha a criar também. O Covil Gurps é ótimo! Sinto falta apenas de material sobre aldeias e cidades. Parabéns!

    • Oi, Gilberto! Boa noite!
      Fico feliz sempre quando um veterano saudosista da terceira edição visita o blog e deixa esses rompantes nostálgicos nos comentários. Faz valer a pena o trabalho que tento demonstrar com o Covil GURPS. E me dá mais motivos e energia para continuar editando.
      Na época em que eu jogava GURPS com os amigos, tínhamos o Módulo Básico e os suplementos Fantasy, Magia, Cyberpunk e Supers. Porém, a maioria das sessões de jogo era sustentada com aventuras dentro do gênero Fantasia Medieval. De vez em quando, um de nós tentava mestrar uma aventura de ficção científica, tipo um grupo de soldados de elite combatendo alienígenas num edifício de segurança…
      Já mestrei Hero Quest e uma versão simplificada de Dungeons and Dragons para meu filho (a tal da Microlite20), e ele gostou muito. Espero mestrar GURPS para ele em breve. Não tenho pressa, porque não quero que a complexidade do sistema corte a diversão.
      O Covil GURPS está sempre aberto a colaborações. Se você tiver alguma aventura, artigo, regra opcional, personagem ou qualquer material sobre o sistema, pode me enviar no formato PDF que eu publicarei aqui.

  3. pessoal, alguma chance de me passarem um link do escudo do mestre de gurps 3ed em pdf para eu imprimir? procurei aqui e não achei. agradeço qualquer ajuda.

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